Oportunidade: Marinha abre inscrições para oficiais temporários

As oportunidades estão distribuídas pelos nove Distritos Navais e o salário bruto inicial é de até R$ 8.900

Foto: Divulgação Marinha do Brasil

As inscrições para o Processo Seletivo para o Serviço Militar Voluntário para Oficiais temporários estão abertas e serão encerradas no dia 15 de dezembro de 2017.

O Processo Seletivo é para ambos os sexos, para candidatos com idade entre 18 anos e menos de 45 no ano da incorporação. As oportunidades estão distribuídas pelos nove Distritos Navais, abrangendo diversas cidades. O salário bruto inicial é cerca de R$8.900.

Para o processo seletivo do Serviço Militar Voluntário para Oficiais temporários, é preciso ter ensino superior completo com diploma de bacharelado/ licenciatura, com validade nacional, ou declaração de conclusão do curso de graduação contendo a data de colação de grau, acompanhada de histórico escolar. A única exceção é para as profissões de Tecnologia em Construção Naval e Tecnologia em Sistema de Navegação, cujos diplomas devem ser o de tecnólogo.

Os militares terão um vínculo com a Força que será renovado de ano em ano, podendo chegar a oito anos, que é o período máximo, não podendo adquirir a estabilidade. A taxa de inscrição é de R$ 120,00.

O seletivo 

Os candidatos farão uma prova, com data prevista para o dia 4 de março de 2018, com 50 questões objetivas divididas em Língua Portuguesa (25) e Formação Militar Naval (25). Para Médicos, a prova será de 25 questões de Português e 25 de Conhecimentos Específicos. A bibliografia estará indicada no Aviso de Convocação. Após essa etapa, haverá a Verificação de Dados Biográficos, Inspeção de Saúde, Prova de Títulos, Verificação Documental, Designação à Incorporação e Incorporação.

Os interessados devem entrar no site Ingresso na Marinha, clicar em “Serviço Militar Voluntário”, escolher o Distrito Naval para o qual desejam concorrer e acessar o link da sua inscrição e o respectivo Aviso de Convocação.

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Diretor Geral da Policia Federal Segóvia põe em dúvida se ‘uma única mala’ é suficiente para apontar se Temer praticou corrupção

Novo diretor-geral questiona assim trabalho da própria Policia Federal, que conduziu parte da investigação. Ele criticou PGR e disse que, ‘sob a égide da PF’, investigação teria durado mais tempo.

 Do G1

O novo diretor-geral da Polícia Federal, Fernando Segóvia, afirmou nesta segunda-feira (20) que a investigação que levou a Procuradoria Geral da República (PGR) a denunciar o presidente Michel Temer poderia ter sido mais longa. Para ele, se a apuração estivesse “sob a égide” da PF, e não da PGR, a corporação pediria mais tempo para avaliar “se havia ou não corrupção”.

Segóvia afirmou que “uma única mala” “talvez” seja insuficiente para comprovar se os investigados cometeram crime de corrupção. O diretor da PF se referia à mala com R$ 500 mil em dinheiro – supostamente propina – entregue em abril deste ano pelo executivo Ricardo Saud, do frigorífico JBS, para o então deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-MG). Ex-assessor e homem de confiança de Temer, Rocha Loures foi preso em razão do episódio. A suspeita da PGR na denúncia é de que Temer seria o destinatário final do dinheiro.

“A gente acredita que se fosse sob a égide da Polícia Federal, essa investigação teria que ter durado mais tempo, porque uma única mala talvez não desse toda a materialidade criminosa que a gente necessitaria para resolver se havia ou não crime e quem seriam os partícipes e se havia ou não corrupção.”

Em relatório entregue ao Supremo Tribunal Federal (STF), em junho, a própria Polícia Federal afirmou que as evidências colhidas na investigação indicavam “com vigor” que Temer cometeu o crime de corrupção passiva.

Na entrevista coletiva que concedeu após a posse, Segóvia foi questionado se o ex-procurador-geral Rodrigo Janot, que apresentou a denúncia contra o presidente, seria investigado.

No início deste ano, quando veio à tona a delação da JBS, Temer se disse alvo de perseguição por parte do ex-procurador-geral – posteriormente, o acordo de delação premiada da JBS, que deu base à denúncia, foi suspenso pela suspeita de que um ex-auxiliar de Janot – o ex-procurador Marcello Miller – orientou os delatores quando ainda estava no Ministério Público.

Segóvia respondeu que uma investigação sobre Janot dependeria de um pedido, o que ainda não ocorreu. “Se vamos ou não investigar o dr. Janot, dependerá de abertura de investigação, se é que alguém vai pedir abertura de investigação em relação a tais fatos”, disse.

“Talvez seria bom, para que o Brasil inteiro soubesse, se houvesse transparência maior sobre como foi conduzida aquela investigação. A gente acredita que se fosse sob a égide da Polícia Federal, essa investigação teria que ter durado mais tempo, porque uma única mala talvez não desse toda a materialidade criminosa que a gente necessitaria para resolver se havia ou não crime e quem seriam os partícipes e se havia ou não corrupção. É um ponto de interrogação que fica hoje no imaginário popular brasileiro e que poderia ter sido respondido se a investigação tivesse mais tempo”, afirmou.

Segovia disse que quem estabeleceu o “deadline” (tempo limite) para o fim da investigação foi a PGR.

“Talvez ela seja a melhor a explicar por que foi feito aquilo naquele momento e por que Joesley [Batista, sócio do grupo J&F, controlador da JBS] sabia quando ia acontecer para ele poder ganhar milhões no mercado de capitais”, disse, em referência às suspeitas de que os donos da JBS lucraram com a delação premiada, negociando ações e moeda antes de sua divulgação.

O caso da mala

Em junho, antes de a PGR oferecer denúncia contra Temer por corrupção passiva, um relatório da própria Polícia Federal apontou indícios de que Temer e o ex-assessor Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) cometeram crime de corrupção passiva.

Loures foi flagrado pela própria PF, numa ação controlada, recebendo mala com R$ 500 mil de um executivo da JBS numa pizzaria em São Paulo – o dinheiro seria a primeira parcela de uma propina em troca de favores no governo.

Em conversa gravada por Joesley Batista, Temer indicou Loures como pessoa de sua confiança para tratar de negócios da JBS no Executivo.

Ao final da entrevista à imprensa, Segóvia afirmou que as investigações por corrupção, organização criminosa e obstrução da Justiça já foram concluídas na Polícia Federal com a denúncia da PGR contra Temer.

“Na questão do presidente Michel Temer, ele sofreu já duas investigações, dois inquéritos abertos pelo Supremo Tribunal Federal, os quais foram concluídos pela antiga gestão da Polícia Federal. O relatório foi encaminhado pelo dr. Janot, e na época o ex-procurador-geral da República ofereceu denúncia contra o presidente da República, as quais hoje se encontram suspensas por decisão do Congresso. Então, nós não temos mais hoje nada a executar dentro dessas investigações, porque em tese já teriam sido concluídas”, disse.

Questionado sobre a terceira investigação sobre Temer, também por corrupção, relacionada a decreto na área de portos que teria beneficiado a concessionária Rodrimar, Segóvia disse que o presidente “continuará a ser investigado, sem nenhum problema”.

“Terá toda a celeridade como todos os outros inquéritos no Supremo Tribunal Federal”, finalizou.

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Processo seletivo para estágio remunerado no Tribunal de Contas do Estado Maranhão

(Foto: Reprodução)

Estão abertas do último dia 17 até o próximo dia 22 as inscrições para processo seletivo destinado ao preenchimento de vagas em estágio remunerado não obrigatório para estudantes de curso técnico, no Tribunal de Contas do Estado do Maranhão. Este é o segundo seletivo para estágio remunerado realizado pelo TCE neste ano.

Desta vez estão sendo oferecidas 25 vagas, sendo 24 para a área de Administração e 01 (uma) para a área de Saúde Bucal.

As inscrições serão feitas exclusivamente pelo portal do TCE na internet (http://site.tce.ma.gov.br/index.php/servicos/selecao-de-estagio) onde, após ler o edital, o candidato deverá preencher seus dados pessoais em formulário próprio fornecido pela instituição.

No próximo dia 23, dia seguinte ao encerramento das inscrições em ambiente virtual, o TCE estará divulgando a lista de convocados para a segunda etapa, que constará de prova objetiva contendo 20 (vinte) questões de múltipla escolha.

As provas serão aplicadas na sede do Tribunal de Contas do Estado (Avenida Carlos Cunha, s/n, Jaracaty), no próximo dia 26, com divulgação do gabarito no dia seguinte.

O resultado será divulgado no dia 05 de dezembro, também pelo Portal do TCE.

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