Policia Federal anuncia concurso público com 500 vagas para nível superior

Por Marta Cavallini, G1

Agentes da Polícia Federal, que têm a maior parte das vagas, cumprem mandados em operações pelo país (Foto: Reprodução/EPTV)

Agentes da Polícia Federal, que têm a maior parte das vagas, cumprem mandados em operações pelo país (Foto: Reprodução/EPTV)

A Polícia Federal autorizou nesta sexta-feira (20) a realização de concurso para o total de 500 vagas em cargos de nível superior de escolaridade. A portaria nº 8.380 foi publicada no “Diário Oficial da União”.

Veja as distribuição das vagas e cargos do concurso:

  • 180 vagas para agente
  • 150 vagas de delegado
  • 80 vagas para escrivão
  • 60 vagas para perito criminal
  • 30 vagas para papiloscopista

Os salários de agente, escrivão e papiloscopista são em torno de R$ 12,5 mil. Para perito e delegado, as remunerações são de cerca de R$ 23 mil.

O prazo para a publicação do edital de abertura de inscrições para o concurso público será de até seis meses, contado a partir da publicação da portaria, ou seja, até 20 de outubro.

Últimos concursos

Os últimos concursos da Polícia Federal foram organizados pelo Cebraspe (antigo Cespe/UnB). Em 2013, foi realizado concurso para perito criminal federal, delegado e escrivão. No mesmo ano, a PF lançou edital para agente administrativo, de nível médio, e vários cargos de nível superior, entre eles engenheiro, administrador e psicólogo.

Os inscritos são avaliados por meio de provas objetivas e discursivas, exame de aptidão física, exame médico, avaliação psicológica, prova prática de digitação (apenas escrivão), avaliação de títulos, prova oral (apenas delegado) e curso de formação profissional, na Academia Nacional de Polícia, em Brasília.

Requisitos

Para delegado, os candidatos devem ter nível superior em direito. Para perito, o edital definirá em quais áreas de graduação serão aceitas as inscrições. Para escrivão, agente e papiloscopista, quem tem nível superior em qualquer área pode se inscrever.

Restrições das eleições não devem afetar concurso

Como neste ano haverá eleições para presidente, governadores e Congresso Nacional, haverá restrição na nomeação, contratação ou admissão do servidor público federal e estadual nos três meses que antecedem o pleito, marcado para 7 de outubro, até a posse dos eleitos, ou seja, de 7 de julho a 1º de janeiro de 2019. Mas, caso a homologação do concurso (divulgação do resultado final) seja feita até três meses antes das eleições, ou seja, até 7 de julho, as nomeações podem ocorrer em qualquer período do ano.

No caso do concurso da Polícia Federal, não há restrição para divulgação do edital, apenas para as nomeações, mas como o concurso engloba várias etapas, até que os aprovados sejam contratados, a restrição não estará mais valendo.

Previsão de concurso para a PRF

O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, disse que haverá ainda concurso para 500 vagas para policiais rodoviários federais, cujo edital está sendo elaborado e também será lançado ainda neste semestre. Ele disse que pretende aumentar o número de postos de videomonitoramento de estradas.

Em fevereiro, quando a pasta de Segurança Pública foi criada, Jungmann anunciou que pretendia duplicar o contingente de policiais federais em postos de fronteira. Segundo o ministro, o número passará a 300 agentes. As vagas do concurso, portanto, deverão ser direcionadas para esse fim.

Ele também disse que vai reforçar a área de combate aos crimes de corrupção, com a realocação de 20 delegados para o setor.

Essas medidas fazem parte do reforço da segurança pública no país, entre elas ainda a intenção de tornar a Força Nacional de Segurança um órgão permanente.

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Reeleito para o Biênio 2019- 2020 presidente Evando Piancó em Arari

Na sessão extraordinária desta sexta-feira (20), convocada pelo Edital n°. 002/2018, de 18 de abril de 2018, os parlamentares de Arari elegeram, pela chapa União, a nova Mesa Diretora da Câmara Municipal para o biênio 2019-2010.

Posta em votação, a chapa recebeu 9 votos favoráveis dos 10 vereadores presentes na sessão. Apenas o vereador Oseias Fernandes estava ausente e o vereador Raimundo do Hospital se absteve na votação.

A nova Mesa Diretora é composta da seguinte forma: Evando Batalha Piancó, presidente; Luciano Gama da Silva, 1° vice-presidente; James Moreira Nunes, 2° vice-presidente; Tácito Magno Lima Pereira, 1° secretário; João da Conceição Vale Rêgo, 2° secretário; e Nilázia de Jesus Rodrigues Batalha Fernandes, 3° secretária.

Edital de Convocação nº 02/18 (Fonte: Câmara de Arari)
Edital de Convocação nº 02/18 (Fonte: Câmara de Arari)

 

Chapa União, eleita Mesa Diretora para o biênio 2019-2020 (Fonte: Câmara de Arari)
Chapa União, eleita Mesa Diretora para o biênio 2019-2020 (Fonte: Câmara de Arari)

Após a votação, o presidente da sessão, Evando Piancó, declarou a chapa eleita e anunciou a posse para 1° de janeiro de 2019, conforme o Regimento Interno da Casa Legislativa.

O presidente reeleito Evando Piancó, foi cumprimentado pelos vereadores James Nunes e Junior Boy. “Muito me honra integrar a Mesa Diretora desta Casa e mais uma vez firmo o compromisso como representante do povo arariense. Nada muda em relação a essa nossa postura como vereador” – disse o vereador James.

“Parabenizo a Mesa Diretora atual, na pessoa do nosso presidente Evando Piancó, que tem realizado um trabalho primoroso e elogiável, elevando esta Casa Legislativa como uma das mais renomadas no interior do Maranhão. Meus cumprimentos também à nova Mesa Diretora” – disse o vereador Júnior Boy.

O vereador Evando Piancó a todos agradeceu pela confiança e firmou o compromisso pela continuidade do trabalhado que vem sendo realizado pela presidência no biênio em curso.

“Somos gratos pela confiança dos nobres parlamentares que nos reconduzem à presidência da Casa pela certeza da continuidade do trabalho que vem sendo realizado. Juntos, todos fortaleceremos mais ainda esta Casa Legislativa e as possibilidades de lutar e conquistar mais benefícios pelo povo de Arari” – encerrou Piancó.

Fonte: A1

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Ministro Marco Aurélio leva novamente ao plenário do STF prisão em 2ª instância

O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), enviou hoje (19) para julgamento no plenário da Corte uma nova ação declaratória de constitucionalidade (ADC) contra a prisão após a condenação em segunda instância. O processo foi aberto na quarta-feira (18) pelo PCdoB.

A inclusão da ADC na agenda do plenário depende agora da presidente Cármen Lúcia, responsável pela elaboração da pauta de julgamentos. Marco Aurélio enviou a ação ao pleno antes de decidir sobre a concessão ou não de uma liminar (decisão provisória) solicitada pelo partido.

Brasília - O ministro do STF, Marco Aurélio Mello durante reunião para julgar o inquérito  em que o senador Aécio Neves é acusado de corrupção passiva e obstrução de Justiça
O ministro do STF Marco Aurélio Mello é o relator ADC  (José Cruz/Agência Brasil)

 

Na nova ADC, assinada pelo jurista Celso Bandeira de Mello, que representa o PCdoB, o partido defende que uma pessoa só pode ser considerada culpada após o chamado trânsito em julgado, quando não cabem mais recursos em nenhuma instância da Justiça, incluindo o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e o próprio STF.

A legenda pede uma liminar urgente para “impedir e tornar sem efeito qualquer decisão que importe em execução provisória de pena privativa de liberdade sem a existência de decisão condenatória transitada em julgado”.

A ação foi aberta pelo partido depois da prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que teve um habeas corpus preventivo negado pelo STF sob o argumento de que o entendimento atual da Corte permite a execução provisória de pena logo após o encerramento do processo em segunda instância, sem que seja necessário aguardar os recursos a instâncias superiores.

ADCs

Outras duas ADCs sobre o assunto tramitam no STF, uma de autoria da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e outra aberta pelo PEN (Partido Ecológico Nacional). O mérito de ambas ainda não foi julgado, mas Cármen Lúcia já indicou que não pretende incluí-las na pauta do plenário.

Horas depois de o STF ter negado o habeas corpus de Lula, em sessão encerrada na madrugada do último dia 5, o advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, conhecido como Kakay, que representava o PEN, entrou com um pedido de liminar para garantir a liberdade de todos os condenados em segunda instância que ainda tenham recursos pendentes.

Logo em seguida, o presidente do partido, Adilson Barroso, destituiu o advogado e pediu a suspensão da ação, afirmando que o PEN é de direita e por isso não poderia defender algo com o potencial de beneficiar Lula.

As informações são da agencia Brasil

 

 

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