Igreja Católica realizará estudo sobre a CF 2016

 

cf2016_cartaz

A Paróquia Nossa Senhora da Graça de Arari, estará realizando um estudo sobre a campanha da Fraternidade Ecumênica de 2016, que tem como tema: CASA COMUM, NOSSA RESPONSABILIDADE. E o lema: QUERO VER O DIREITO BROTAR COMO FONTEE CORRER A JUSTIÇA QUAL RIACHO QUE NÃO SECA. (AM cap. 5,24).

O objetivo principal é assegurar o direito ao saneamento básico para todas as pessoas empenharmo-nos á luz da fé, por politica públicas e atitudes responsáveis que garantem a integridade e o futuro de nossa casa comum que é o bem esta da sociedade que busca dias melhores para o meio ambiente onde nos encontramos.

Queremos instaurar processos de diálogo que contribuam para reflexão crítica dos modelos de desenvolvimento que tem orientado a política e a economia, faremos essa reflexão a partir de um problema específico que afeta o meio ambiente e a vida de todos os seres vivos, que temos uma fragilidade em alguns lugares, onde temos a ausência dos serviços de saneamento básico em nosso pais.

A Equipe da campanha da Fraternidade Ecumênica, juntamente com os padres Raimundo França e Antônio Neves, estará realizando o estudo sobre o tema neste final de semana nas dependências do Colégio Arariense, contará com um representante do CONIC (Conselho Nacional das Igrejas do Brasil), Pastor Nicolau Nascimento, da cidade de Balsas MA, o pastor pertence a Igreja (IECLB) Igreja Evangélica de Confissão Luterano do Brasil.

A CF, tem como objetivo buscar a união entre as igrejas para que todas estejam de mão dadas par este problema que é de todos nós Casa Comum, Nossa responsabilidade, o planeta esta gritando pedindo socorro para que tenhamos dias melhores e não venhamos sofrer como estamos sofrendo, em nosso município o problema é sério quanto ao meio ambiente ,é preciso que tomamos medidas urgente, o nosso Rio Mearim está na UTI estão matando nossa riqueza Natural pessoas sem compromissos estão a cada dia matando este fabuloso Rio Mearim, vejamos como: Fossas que desemboca no rio, bombas dia e noite puxando águas para aguar campos de Arroz, animais mortos, caixas de remédios sendo jogado nas margem do rio, o esgoto que desemboca para o nosso rio sem nenhum tratamento.

Acompanhem o vídeo da campanha 2016

Créditos: Paróquia Nossa Senhora da Graça

Share Button

Comissão de Ciência e Tecnologia quer tornar permanente o programa Ciência sem Fronteiras

O programa Ciência sem Fronteiras, estabelecido pelo Decreto 7642/2011, deverá ser regulamentado em lei. A iniciativa é da Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT), que apresentou no final do ano passado o Projeto de Lei do Senado (PLS) 798/2015. O projeto é resultado da avaliação de políticas públicas desenvolvida pela CCT em 2015.

A comissão apresentou recomendações aos gestores do programa. A primeira delas é a continuidade do Ciência sem Fronteiras, apesar das dificuldades fiscais. Além disso, pede a garantia de recursos mínimos para honrar os encargos já assumidos e conceder novas bolsas, “de forma a valorizar projetos estratégicos para o desenvolvimento do país”. A comissão também quis assegurar que o programa passe a ser uma política de Estado e não apenas de governo. Por isso sugeriu o projeto, com redação similar à do decreto.

Outra indicação da comissão foi no sentido de que o governo intensifique a busca por parcerias no setor privado para diversificar as fontes de financiamento do programa. Propôs também que, em relação às bolsas no exterior, sejam priorizadas as bolsas para pós-graduação, nas modalidades doutorado pleno, doutorado sanduíche, pós-doutorado e mestrado.

O Ciência sem Fronteiras foi criado em 2011 pelo governo federal para incentivar a formação acadêmica no exterior. Os alunos brasileiros recebem ajuda financeira para estudar em universidades de outros países. Até o final de 2014 foram concedidas 101.446 bolsas de estudo. Destas, 78% foram para graduação sanduíche (parte no Brasil e parte no exterior). O total gasto com o programa de 2012 a novembro de 2015 foi de cerca de R$ 10,5 bilhões.

Fonte: Jornal Pequeno

Share Button

Pesquisa mostra que hackers estão agindo livremente no Brasil

Além da sensação de convivência com a corrupção, na internet os brasileiros também correm mais riscos do que moradores de outros países. Uma pesquisa mostra que os invasores de computadores estão agindo livremente no Brasil. Eles não têm medo de se expor e se organizam como se fossem facções.

Invadir um sistema, um programa de computador. Os hackers fazem tudo isso. E agora, um pouco mais. Uma das maiores empresas de segurança digital do mundo faz um estudo todos os anos sobre os crimes digitais. E dessa vez, concluiu que o Brasil se transformou num paraíso para esse tipo de crime. Por questões de segurança, quem participou do trabalho não pode mostrar o rosto. Eles dizem que os hackers nem se preocupam em esconder os rastros.

“Muitos colocam todas as formas de contato nos seus anúncios, como e-mail, redes sociais também, perfis, outras mensagens instantâneas, telefones. Mas parece que não existe um medo da punição, e eles trocam informações livremente. Todos os órgãos da lei estão cientes do problema, trabalham, mas acredito que faltem recursos. A quantidade não é pouca de cyber criminosos”, diz pesquisador.

O estudo mostra que os hackers estão de olho, agora, nos celulares pré-pagos, aqueles que você precisa comprar crédito pra usar. De cada quatro linhas ativas no Brasil, três são pré-pagas.

“Ele pega o aplicativo original utilizado pra comprar crédito pra celular e modifica de forma que a sua segurança seja reduzida. E créditos possam ser comprados com cartões de créditos roubados”, explica outro pesquisador.

Os crimes digitais crescem e, sem controle, os hackers começam a se estruturar. Como no tráfico de drogas, alguns já se dividem em facções. E cada membro do grupo tem uma função definida no esquema.

Há os desenvolvedores, que criam os vírus, os programas maliciosos. E revendem ou alugam pra outros criminosos. Os operadores trabalham pra instalar esses sistemas nos computadores ou celulares das vítimas

“Enviam spams, e-mails não solicitados. Ou no caso de clonagem de cartão de crédito, vão a restaurantes e bares e tentam convencer garçons e funcionários a instalarem máquinas que foram modificadas ou softwares maliciosos nas máquinas de operação de venda”, aponta.

E os drops são espécies de laranjas, que recebem os produtos comprados com os cartões das vítimas. Pra evitar prejuízos maiores, a dica é atenção total. Monitorar a conta bancária e o cartão de crédito pra perceber a fraude logo no começo. E não abrir qualquer link ou mensagem que receber.

“Desconfiar de qualquer tipo de e-mail suspeito, de SMS recebido, promoções milagrosas, prêmios. Mas principalmente é ficar antenado, ficar ciente de que esse tipo de fraude ocorre e que nada, nenhum sistema é 100% seguro”, afirma.

A Polícia Federal não quis comentar a pesquisa.

Fonte: g1.globo.com

Share Button