Maranhão é um dos três estados do Brasil onde a gasolina tem o preço mais baixo

O levantamento semanal feito pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) mostra que, entre 22 e 28 de janeiro, o preço médio do litro de gasolina vendido ao consumidor no Brasil alcançou R$ 3,76. Os preços mínimo e máximo da gasolina na bomba foram, respectivamente, de R$ 3,14 e R$ 4,94.

Para o litro do etanol, foi registrado preço médio de R$ 2,92, com valor mínimo de R$ 2,25 e máximo de R$ 4,39. Já o metro cúbico do gás natural veicular (GNV) teve preço médio de R$ 2,20 na semana avaliada, com preço mínimo de R$ 1,74 e máximo de R$ 2,99. Foram pesquisados 5.679 postos brasileiros no caso da gasolina, 301, no do GNV e 5.101, no do etanol.

Por estados da Federação, o Acre lidera o ranking dos mais altos preços de gasolina cobrados dos consumidores, com R$ 4,30 o litro, em média. Seguem-se o Pará, com R$ 4,09; o Rio de Janeiro (R$ 4,04); e Rondônia (R$ 4,02). Pernambuco apresentou o menor valor médio – R$ 3,50 – o litro, seguido de Maranhão e Paraíba, ambos com R$ 3,61.

No caso do etanol, Mato Grosso e São Paulo mostraram os menores preços médios cobrados na bomba, de R$ 2,74 e R$ 2,79 por litro, respectivamente. Os maiores valores médios foram encontrados em Roraima (R$ 3,80), no Rio Grande do Sul (R$ 3,78) e no Pará (R$ 3,76).

No caso do GNV, dos 16 estados pesquisados, Minas Gerais teve o menor preço médio por metro cúbico, de R$ 1,99. Os maiores preços médios para o consumidor foram encontrados em Alagoas, R$ 2,79, e no Rio Grande do Sul, R$ 2,73.

Por capitais, os maiores valores médios da gasolina foram registrados em Rio Branco, R$ 4,23, com 21 postos pesquisados; e no Rio de Janeiro, R$ 4,04, em 57 postos visitados. No Recife, verificou-se o preço médio mais baixo de gasolina: R$ 3,39 o litro.

Na pesquisa sobre etanol, os técnicos da ANP observaram os menores preços médios em Cuiabá, de R$ 2,69, e São Paulo (R$ 2,77) por litro vendido ao consumidor final. Em Boa Vista foi encontrado o maior preço médio na bomba, de R$ 3,80.

Os maiores preços médios do GNV eram os de Porto Alegre, R$ 2,76 o metro cúbico, e de Cuiabá, R$ 2,64. O Rio de Janeiro e São Paulo tiveram os menores valores médios: R$ 1,95 e R$ 1,97, respectivamente.

ESTADO                                                                                   PREÇO MÉDIO/R$

ACRE 4,30
ALAGOAS 3,63
AMAPA 3,73
AMAZONAS 3,70
BAHIA 3,68
CEARA 3,98
DISTRITO FEDERAL 3,71
ESPIRITO SANTO 3,76
GOIAS 3,92
MARANHAO 3,61
MATO GROSSO 3,79
MATO GROSSO DO SUL 3,71
MINAS GERAIS 3,86
PARA 4,09
PARAIBA 3,61
PARANA 3,69
PERNAMBUCO 3,50
PIAUI 3,64
RIO DE JANEIRO 4,04
RIO GRANDE DO NORTE 3,89
RIO GRANDE DO SUL 3,89
RONDONIA 4,02
RORAIMA 3,81
SANTA CATARINA 3,71
SAO PAULO 3,62
SERGIPE 3,71
TOCANTINS 3,85

Fonte: Jornal pequeno

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Prisão do empresário Eike Batista leva a contratos do BNDES

Mais do que abalar o mundo político e personagens de diversos partidos, a prisão efetiva do empresário Eike Batista vai aprofundar uma linha de investigação que ainda é apenas tangenciada pela Lava-Jato: os financiamentos liberados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), com juros subsidiados, a diversas empresas durante os anos dos governos Lula e Dilma.

Entre 2003 e 2014, o BNDES disponibilizou R$ 10 bilhões para as empresas de Eike Batista. Deste montante, R$ 6 bilhões chegaram a ser efetivamente contratados — a única empresa da holding que não contraiu empréstimos foi a petrolífera OGX. Segundo a assessoria do banco, parte do montante chegou a ser quitado e uma outra parte foi assumida pelos novos controladores das empresas.

Por uma questão de sigilo bancário, o BNDES não pode especificar os nomes das empresas contratantes, o volume amortizado e os empreendimentos financiados com esses recursos. Com a prisão de Eike, parte da caixa-preta que manteve as operações do banco entre 2003 e 2014 sigilosas poderá ser levantada.  Por enquanto, a equipe de investigadores da Lava-Jato, em Curitiba, concentrou-se em analisar dados e contratos da Petrobras com empreiteiras e outras agentes econômicos.

Mas Eike foi preso na Operação Eficiência, um desdobramento da Operação Calicute, que já mandou para a cadeia o ex-governador do Rio Sérgio Cabral. Essa linha investigatória é conduzida pelo juiz da 7ª Vara Federal Criminal do Rio, Marcelo Bretas. “O BNDES está muito próximo da Petrobras, até mesmo fisicamente”, alertou um especialista em mercado financeiro. “Se essa tampa for aberta, de fato, a crise pode ser grande. Tem muita empresa que cresceu às custas dos juros amigos do BNDES”, completou o analista.

Mesmo que de forma incipiente, a atuação do banco já estava na mira dos investigadores. Criada para financiar, muitas vezes com juros subsidiados, projetos estratégicos para o Brasil, a instituição acabou sendo usada para troca de favores questionáveis entre o setor público e o privado, na avaliação de policiais federais e procuradores ouvidos pelo Correio nos últimos meses.

A Operação Lava-Jato descobriu, por exemplo, que a OSX e a empreiteira Mendes Júnior formaram um consórcio chamado Integra para construir duas plataformas de exploração do pré-sal em 2011. A Petrobras acertou pagar US$ 922 milhões (R$ 2,97 bilhões) às empresas. Na época, o consórcio repassou R$ 6 milhões para empresas ligadas a José Dirceu e seus assessores.

Além disso, a Mendes Júnior enviou outros R$ 7,39 milhões para a conta do operador do PMDB João Augusto Henriques, ligado à ala do partido na Câmara, como o ex-deputado Eduardo Cunha (RJ). Ambos estão presos.

Propinas

Outra faceta que a prisão de Eike deve ajudar a esclarecer por completo é a relação entre os negócios do empresário e os respectivos repasses aos beneficiários do mundo da política e do lobby partidário. Até o momento, os investigadores consideram que ele reluta em contar toda a verdade sobre o que sabe em relação aos casos apurados no Rio de Janeiro, São Paulo e mesmo em Brasília.

Em maio do ano passado, Eike apareceu no Ministério Público Federal em Curitiba e acusou o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega de lhe pedir R$ 5 milhões em 2012, repasse que se transformou, no fim, em US$ 2,35 milhões em uma conta no exterior do casal de marqueteiros do PT João e Mônica Santana. Mas o ex-bilionário só resolveu contar isso 18 dias depois que um ex-executivo dele o acusou de pagar propina a José Dirceu.

Apenas depois que Eike denunciou Mantega é que os investigadores da Lava-Jato no Rio descobriram as relações dele com o ex-governador do Rio Sérgio Cabral (PMDB). O empresário tinha depositado R$ 1 milhão na conta do escritório da mulher do político, a advogada Adriana Ancelmo. Para justificar, disse que foi orientado pela Caixa Econômica a fazer isso. O banco nega.

“As alegações do representado Eike Batista caem por terra”, avaliou o juiz Marcelo Bretas, ao ordenar sua prisão. “Eike Batista não disse a verdade em seu depoimento perante o MPF, o que, confirmando as suspeitas iniciais, reforça a tese de seu maior envolvimento com a organização criminosa descrita,” completou o juiz.

A detenção de Eike também deixa diversos governos estaduais e ex-governadores apreensivos. As empresas do Grupo EBX tinham vários empreendimentos no Rio, como o complexo do Comperj e do Porto Açu. Mas também mantinham negócios no Maranhão, em Minas Gerais e no Pará, estados com marcante produção de gás natural, petróleo e minério de ferro. 

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SEMED REALIZA FORMAÇÃO PARA COORDENADOR, SUPERVISOR, DIRETOR E AGENTES PEDAGÓGICOS EM ARARI.

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A Secretaria Municipal de Arari está realizando durante esta semana uma série de formação ao corpo docente e discente da secretaria. Uma forma de deixar os profissionais da área atualizados sobre a conjuntura educacional do país. O objetivo da secretaria é tornar os profissionais da educação  capacitados para exercer sua função com qualidade e respeito aos docentes. “É de grande importância  iniciar os trabalhos educacionais da rede municipal de Arari com qualidade e respeito com o profissional que faz a educação no Município”. Frisou o Secretário de Educação Marcelo Santana.

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O Município de Arari os últimos anos vem se destacando no cenário com números alto do IDEB ( Índice de Desenvolvimento  Educacional do Brasil), que vem deixando o gestor do Município entusiasmado com os resultados que vem da sala de aula com os professores comprometidos com a educação de Arari.

O Formador é Alex Correa, arariense, Pedagogo, Mestrando em Avaliação Educacional com  as seguintes especialidades: Supervisão Escolar, Metodologia de alfabetização, Avaliação da aprendizagem, Avaliação institucional e Avaliação em larga escala politicas e Programas de prevenção ao uso de drogas. Atua como Supervisor da SEMED em São Luís e da SEDUC,  Professor e Orientador de graduação na capital maranhense.” Para mim é muito satisfatório estar em Arari dando continuidade aos trabalhos educacionais”.  Em sua fala ainda citou  nomes de professores que foram fundamentais para sua formação.

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