Programa Ensinar da UEMA oferece 105 vagas de graduação para docentes e alunos em Arari

O Processo Seletivo Simplificado do Programa Ensinar de Formação de Professores, destinado a selecionar candidatos, no limite das vagas ofertadas, nos seus cursos de graduação, na modalidade presencial, para o segundo semestre do ano de 2018, cuja inscrição dar-se-á no período de 30 de abril a 25 de maio de 2018.

Estudantes do ensino médio e professores da rede municipal de ensino estão aptos ao processo seletivo para vestibular do Programa Ensinar 2018 que têm dada prevista para acontecer, 08 de julho.

Os cursos oferecidos são: Ciências Biológicas, História, Letras, Ciências Sociais, Química, Matemática, Geografia, Pedagogia e Física.

O Programa Ensinar é um programa de formação de professores da Universidade Estadual do Maranhão tem o objetivo de formar professores para o exercício da docência na Educação Básica a partir de conhecimentos específicos, interdisciplinares e pedagógicos, de conceitos  princípios desenvolvidos na construção e apropriação de valores éticos, linguísticos, estéticos e políticos do conhecimento em um diálogo constante entre diferentes visões de mundo.

Este ano, mais 13 (treze) municípios farão parte do Programa Ensinar de formação de professores, Anajatuba, Arari, Icatu, Loreto, Paraibano, Pedreiras, Pinheiro, Pirapemas, Presidente Sarney, Santa Luzia, Santa Luzia do Paruá, Santa Rita, Turiaçu, Viana, Vitória do Mearim e Zé Doca. Além deles, nos campi da Uema de Pedreiras, Pinheiro, Zé Doca, também funcionará o Programa Ensinar.

A UEMA dedica-se há 26 anos aos programas especiais de formação de professores. Com o Programa Ensinar, o intuito é que cerca de 3.000 professores sejam formados até 2021, e comecem a atuar na educação básica do Maranhão.

 

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Justiça Federal põe em liberdade suspeita de contrabando no Maranhão

A Justiça Federal revogou nesta segunda-feira (30) a prisão de acusados de envolvimento na quadrilha de contrabando de armas, bebidas e cigarros no Maranhão. A decisão dá liberdade condicional aos que ainda não tinham sido beneficiados com a prisão. São eles:

  • O ex-vice prefeito de São Mateus, Rogério Sousa Garcia.
  • Delegado Tiago Mattos Bardal.
  • Coronel Reinaldo Elias Francalanci.
  • Soldado Fernando Paiva Moraes Junior .
  • Major Luciano Fabio Farias Rangel.
  • Sargento Joaquim Pereira de Carvalho Filho.
  • Além de Galdino do Livramento Santos e Evandro da Costa Araújo.
Rogério Sousa fez um áudio em que aponta a participação de deputados e um secretário participando do esquema criminoso (Foto: Reprodução/TV Mirante)

Rogério Sousa fez um áudio em que aponta a participação de deputados e um secretário participando do esquema criminoso (Foto: Reprodução/TV Mirante)

Dentre todos os citados, apenas o ex-superintendente de investigações, Tiago Bardal, não será solto. Ele ainda cumpre outra prisão preventiva no âmbito estadual relacionado a um caso de contrabando em Viana.

Tiago Bardal não será  solto porque teve prisão preventiva decretada pela justiça em outro caso de contrabando no âmbito estadual (Foto: Reprodução/TV Mirante)

Tiago Bardal não será solto porque teve prisão preventiva decretada pela justiça em outro caso de contrabando no âmbito estadual (Foto: Reprodução/TV Mirante)

O juiz Luiz Régis Bomfim Filho fixou algumas condições para a condição de liberdade condicional aos envolvidos no processo:

  • Recolhimento domiciliar no período noturno e nos finais de semanas.
  • Com exceção de Galdino do Livramento e Evandro da Costa, todos os outros deverão ser monitorados com tornozeleira eletrônica.
  • O comparecimento periódico em juízo para informar e justificar atividades. No caso de Rogério Garcia, delegado Tiago Bardal, coronel Francalanci, major Rangel e do sargento Joaquim Pereira, o comparecimento será bimensal. Para o soldado Fernando Paiva será mensal, enquanto para Galdino do Livramento e Evandro da Costa será trimestral.
PM Fernando Paiva disse em audiência que foi coagido a incriminar delegados e deputado no Maranhão no esquema de contrabando

PM Fernando Paiva disse em audiência que foi coagido a incriminar delegados e deputado no Maranhão no esquema de contrabando

  • Com exceção de Galdino do Livramento e Evandro da Costa, a liberdade só será concedida após o pagamento de fiança. Para ex-vice prefeito Rogério Sousa, delegado Tiago Matos Bardal, major Luciano Rangel e o sargento Joaquim Pereira deverão pagar o valor de 30 mil reais. Já o soldado Fernando Paiva e o coronel Francalanci o pagamento será de 15 mil.
Coronel Francalanci deve pagar 15 mil reais de fiança para obter liberdade com uso de tornozeleira eletrônica (Foto: Reprodução/TV Mirante)

Coronel Francalanci deve pagar 15 mil reais de fiança para obter liberdade com uso de tornozeleira eletrônica (Foto: Reprodução/TV Mirante)

  • Deverão comunicar ao Juízo sobre mudança de endereço ou ausência da residência, por mais de 15 dias.
  • Estão proibidos de manter contato com os demais denunciados e/ou eventuais investigados que tenham relação com os fatos delitivos em apuração.
  • Estão proibidos de ter acesso e/ou frequência no sítio localizado no Quebra Pote, em São Luís, onde um grupo foi flagrado em posse em posse de armas, bebidas alcoólicas e cigarros contrabandeados. A operação foi realizada pela Polícia Militar na madrugada do dia 21 de fevereiro.
  • Além disso, o delegado Bardal, o coronel Francalanci, o soldado Fernando Paiva , o major Luciano Rangel e o soldado Joaquim Pereira, deverão ter o exercício da função pública suspenso.
'Major Rangel' era subcomandante do 21º Batalhão da PM e é suspeito de contribuir com uma quadrilha de contrabandistas (Foto: Reprodução/TV Mirante)

‘Major Rangel’ era subcomandante do 21º Batalhão da PM e é suspeito de contribuir com uma quadrilha de contrabandistas (Foto: Reprodução/TV Mirante)

Por fim, o juiz manteve a liberdade provisória de José Carlos Gonçalves, Aroudo João Padilha Martins, Edmilson Silva Macedo e Rodrigo Santana Mendes, e o advogado Ricardo Jefferson Muniz Belo – que foi encontrado junto com o delegado Tiago Bardal próximo a um porto privado que servia para receber as mercadorias contrabandeadas, segundo a SSP.

Caso contrabando por policiais

O major Luciano Rangel era o subcomandante do 21º Batalhão da Polícia Militar, que fica na zona rural de São Luís. Segundo as investigações da Secretaria de Segurança Pública, o ‘major Rangel’ e outros cinco policiais usavam uma viatura da PM para fazer a escolta de caminhões que transportavam cargas ilegais.

Segundo a SSP, Rangel fazia parte de uma quadrilha de contrabandistas que foi desbaratada no mês de fevereiro. Dessa mesma quadrilha, a polícia diz que já encontrou dois galpões clandestinos. Os depósitos foram encontrados na zona rural de São Luís com uma grande quantidade de bebidas e cigarros avaliada em 100 milhões de reais.

Prisões da suposta quadrilha

Entre os presos por participação na quadrilha de contrabandistas estavam: O delegado Tiago Bardal, que era superintendente estadual de investigações criminais; o ex-vice-prefeito da cidade de São Mateus, Rogério Sousa; o coronel da Polícia Militar, Reinaldo Elias Francalanci; e o major Luciano Rangel.

Ao todo, 13 pessoas vão responder pelos crimes na Justiça Federal, mas sete não foram denunciadas. Entre elas, estão o tenente-coronel Eriverton Nunes Araújo, que teve prisão decretada pela Justiça Federal e está solto por falta de provas, segundo o Ministério Público do Maranhão.

Além dele, o advogado Ricardo Jeferson foi denunciado, mas vai responder em liberdade. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, ele foi encontrado junto com o delegado Tiago Bardal próximo a um porto privado que servia para receber as mercadorias contrabandeadas.

SSP acusa advogado Ricardo de estar com o delegado Tiago Bardal próximo a um porto que servia para receber mercadorias contrabandeadas (Foto: Reprodução/TV Mirante)

SSP acusa advogado Ricardo de estar com o delegado Tiago Bardal próximo a um porto que servia para receber mercadorias contrabandeadas (Foto: Reprodução/TV Mirante)

 As informações são do G1,MA
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Em Maio bandeira amarela na conta de energia

Foto: Reprodução

A tarifa de energia de maio terá o acréscimo de R$ 1 a cada 100 kWh consumidos. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) definiu hoje (27) que a bandeira tarifária do próximo mês será amarela em razão do fim do período chuvoso. Nos quatro primeiros meses do ano, vigorou a bandeira verde, em que não há cobrança adicional na conta de energia elétrica.

“Com o fim do período úmido e a menor incidência de chuvas, os reservatórios das hidrelétricas do Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste estão com volumes mais baixos, o que resulta em gradual aumento do risco hidrológico (GSF) e do preço da energia elétrica de curto prazo (PLD), as duas variáveis que determinam a bandeira a ser acionada”, informou a Aneel.

Composto por bandeiras nas cores verde, amarela e vermelha (patamar 1 e 2), o sistema de bandeiras foi criado para sinalizar aos consumidores os custos reais da geração de energia elétrica. A adoção de cada bandeira está relacionada aos custos da geração de energia elétrica.

Com a adoção da bandeira amarela, a Aneel aconselha os consumidores a adotar hábitos que contribuam para a economia de energia, como tomar banhos mais curtos utilizando o chuveiro elétrico, não deixar a porta da geladeira aberta e não deixar portas e janelas abertas em ambientes com ar-condicionado, entre outros.

Informações  Jornal Pequeno

 

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