Surfista Pedro Scooby surfa na pororoca em Anajatuba e relata experiência inédita

Acostumado a enfrentar ondas gigantes em Nazaré, o surfista Pedro Scooby viveu uma experiência diferente neste fim de semana, em Anajatuba, no Maranhão. Ele surfou a pororoca no encontro do mar com o Rio Mearim, fenômeno natural que forma uma das ondas mais longas do planeta, com duração que pode ultrapassar três horas.

Scooby compartilhou o momento nas redes sociais e descreveu a experiência como única.

“Inexplicável o que a gente viveu. É uma onda de 3 horas subindo o rio. É o mar invadindo o rio. Força da natureza surreal. Aqui em um dia você surfa mais que em um ano no mar. Minha primeira onda na pororoca, com o sol ainda raiando! Emocionante, uma demonstração gigante do poder da natureza! Uma das experiências mais incríveis que tive na vida com o surf”, publicou.

A pororoca no Rio Mearim, no Maranhão, é um fenômeno natural causado pelo encontro da maré do oceano com as águas do rio. Quando a maré sobe com força, invade o curso do rio e forma uma longa onda que avança contra a correnteza por vários quilômetros.

Esse fenômeno ocorre em períodos específicos, geralmente ligados às fases da lua, e atrai surfistas em busca de experiências únicas.

Surfistas acompanharam Pedro Scooby

Pedro Scooby surfou a pororoca no Maranhão acompanhado dos surfistas Gabriel Pastori e Marcelo Trekinho, ambos do Rio de Janeiro.

Gabriel Pastori também relatou a experiência nas redes sociais e destacou a dificuldade de descrever o fenômeno.

“Uma onda que dura 3 horas rio a dentro. Que só acontece na lua certa. Com hora marcada. Na verdade, não é uma onda, é uma maré que entra do mar pro rio.. uma tsunami.. Na verdade não é uma onda, é um fenômeno da natureza que permite surfe no coração da floresta. Na verdade, não dá pra explicar com palavras, só quem já viveu a pororoca vai entender o que é isso e o que eu to sentido agora”, escreveu.

Por que a pororoca atrai surfistas

A pororoca no Maranhão chama a atenção de surfistas por características únicas:

Longa duração das ondas, que podem ultrapassar horas

Formação em rios, diferente do surfe tradicional no mar

Contato direto com a natureza amazônica

Condições raras, dependentes da maré e da lua

Esses fatores fazem do fenômeno uma das experiências mais desafiadoras e desejadas do surfe mundial.

Fonte: Imirante/ Fonto: Reprodução/ Instagran

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